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por patybia

Aplique o efeito Polaroid em suas fotos

0:01 em Dicas, Manipulação Imagens por patybia

3781852692_23e48207c5_o-polaAlguns usuários provavelmente não se lembram, mas houve uma época em que fotografias eram feitas com filme fotográfico, que registravam em negativo as imagens para depois serem processadas em um laboratório. Uma opção na época eram as câmeras Polaroid, que já imprimiam em um papel especial (e que as pessoas agitavam para aparecer a imagem mais rápido). Com a popularização da fotografia digital, a empresa e o charmoso método perderam público e saíram do mercado.

Para quem ainda sente saudades das “polaróides”, é possível matar a saudade com o Poladroid, o programa permite criar a partir de fotos digitais reproduções das fotos instantâneas. Após abrir o programa basta arrastar fotos para o desenho da câmera para depois retirar a foto, como na câmera real, as fotos não saem totalmente reveladas, mas elas também podem ser “agitadas” para acelerar o processo. Igual à câmera, o programa está limitado a processar apenas 10 imagens por vez – capacidade dos cartuchos da câmera – depois é fechar o programa e recomeçar.

abraços
Patybia
eq. Rau-Tu

por patybia

Adobe Camera Raw

11:03 em Dicas, Manipulação Imagens por patybia

Adobe Camera é um laboratório importante para quem vai embarcar no mundo do Raw

Para abrir as fotos basta carregá-las no Bridge (software de visualização que vem junto com os Photoshops CS’s) ou clicar na imagem desejada, indicando para abri-la pelo Photoshop.

Lembrem-se de que muitas câmeras fotografam junto com o Raw uma foto em Jpeg, e temos que clicar na imagem com as extensões .Cr2 .Nef .Crw etc. Neste momento, abre-se uma janela diferente, com o Adobe Camera Raw (ACR). Agora sim podemos ter uma ideia do maravilhoso mundo do Raw. Esta janela é o nosso laboratório. Aqui indicamos todas as características que queremos dar ao nosso arquivo Raw (que originalmente é preto e branco). Escolhemos a temperatura de cor (daylight, tungstênio.), podemos recuperar áreas escuras e claras, regular nitidez, tirar alguns ruídos e muito, muito mais.

Então, para que o Photoshop? É verdade, conheço muitos fotógrafos que usam o ACR para finalizar uma foto. No entanto, não dá para corrigir imperfeições, carimbar e fazer algumas outras coisas. O ACR funciona como um “pré-Photoshop”.

Temos que entender que aqui a imagem ainda não está formada, nem aberta. Todas as modificações que operamos na imagem não estão sendo feitas diretamente no Raw. Elas são gravadas num arquivo auxiliar, chamado .xmp (nunca deletem este arquivo!), que indica para o software essas alterações. Assim mantemos o Raw intacto, o que é muito importante, pois futuramente podemos dar uma outra cara para a mesma foto.

Uma das melhores características do ACR é um alerta (geralmente em vermelho) indicando onde está ocorrendo algum problema na imagem.

O ACR tem muitas utilidades. Além disso, é muito extenso e é preciso tempo para destrinchá-lo. Atualmente já é possível, pelo Bridge, abrir outros formatos que não sejam Raw. Acompanhe pela imagem do ACR baixo alguns parâmetros que estou indicando.

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fonte: Caderno O Globo Digital de 29/06/09 clique aqui para ler a matéria original

Abraços
Paty
Equipe Rau-Tu

por patybia

Fotografando em RAW

14:46 em Dicas de Fotografia, Manipulação Imagens por patybia

Arquivos em “estado cru” melhoram qualidade e preservam mais informações sobre as fotos

A maioria das câmeras Prosumer atende a fotógrafos profissionais também porque elas permitem fotografar em formato nativo. Estes formatos são conhecidos como RAW – que é, basicamente, uma extensão, assim como JPEG, PSD ou TIFF. Fotos em RAW funcionam como “negativos digitais”. A posse deste arquivo já é considerada, na maioria dos tribunais, prova de autoria da imagem. Portanto, nunca mandem seus arquivos RAW para ninguém.

 A grande vantagem de se fotografar em RAW é poder “revelar” a imagem posteriormente. Significa que este arquivo ainda não foi processado, ou seja, encontra-se em estado cru (raw).

Além de garantir uma gama de informação nas altas e baixas luzes muito superior ao JPEG, é um formato muito elástico: a partir de uma foto em RAW, pode-se escolher o espaço RGB, contraste, temperatura de cor e muitos outros parâmetros. O interessante é saber que ali se encontra o máximo de qualidade que a sua câmera digital consegue produzir.

No entanto, ocupa mais espaço e tempo! Fotografar em RAW significa ter menos fotos por cartão de memória e demorar mais processando os arquivos, tanto na câmera quanto no computador. A relação é mais ou menos esta: uma imagem em RAW é três a quatro vezes mais pesada que um JPEG e duas a três vezes mais leve que um TIFF.

Existe um número considerável de formatos RAW. Os mais conhecidos são .CRW e .CR.2 (Canon), .NEF (Nikon) e por aí vai. Cada fabricante tem seus formato para manter certas características “únicas” de cada câmera.

Para organizar esta bagunça, a Adobe (fabricante do Photoshop) lançou o formato DNG (digital negative), na tentativa de unificar todos formatos nativos e forçar os fabricantes a usá-lo. Já existem câmeras que fotografam em DNG. A vantagem é que teremos a certeza de, no futuro, conseguir abrir este arquivo pelo Photoshop.

Estou enfatizando a escolha das câmeras Prosumer e o uso de arquivos RAW também para mostrar que o fotógrafo amador pode conseguir um material de qualidade técnica muito perto do profissional.

Para se ter uma ideia, o Image Bank, um dos principais sites de comercialização de imagens do mundo, fez uma parceria com o Flickr para a venda de fotos de alguns usuários. Imagine sua foto se transformando numa publicidade no futuro. Só é possível com qualidade, e RAW é um formato que garante isso. Se for bem capturado e processado vai proporcionar resultados surpreendentes.

fonte:  Caderno O Globo Digital de 01/06/09  clique aqui para ler a matéria original

Abraços
Paty
Equipe Rau-Tu

por patybia

Arquivos em guias no PS4

0:23 em Dicas, Manipulação Imagens por patybia

tux-maffieu_overlord59-tux.pngQuando instalei o Photoshop CS4 uma coisa me desagradou demais. O fato dos documentos abrirem em guias, tais como as páginas no IE 7, isso me impedia ver dois arquivos simultaneamente e arrastar as imagens entre eles… uma chatura.

Ontem minha vida mudou  :-D    nosso amigo Barroca me emprestou um livro de Photoshop CS4 e não é que o autor também reclamava desse inovação e ensinava a desabilitar essa opção? !!!!!  Yessss ! Agora meu PS está livre leve e solto….rs  Lá vai a dica de como acabar com esse “problema”.

  1. Edit – Preferences – Interface
  2. Desmarca a opção Open Documents as Tabs
  3. Fecha e abre o PS.

Pronto !  Que felicidade !!!!

abraços
Patybia
equipe Rau-Tu

por patybia

Bokeh Review – para quem não tem uma lente F/1,4

20:33 em Dicas, Manipulação Imagens por patybia

tux-marin_eliaden-tux.pngVocê já se perguntou como alguns fotógrafos conseguem colocar aquele fundo desfocado em retratos? Além de causar um efeito muito agradável, o recurso também serve para destacar o objeto fotografado do cenário. A peripécia é conseguida com lentes que tenham grande abertura de diafragma (geralmente f/1,8 ou f/1,4) que diminuem drasticamente a profundidade de campo. O problema é que lentes com essa abertura tendem a ser muito caras. Outro obstáculo, para quem possuí câmeras compactas, é que o diminuto tamanho do sensor não permite ter um bom desempenho do efeito mesmo com lentes claras. Então, o que fazer se não consigo me encaixar nos pré-requisitos mínimos? A Alien Skins tem a solução para você.

A empresa, especializada, entre outras coisas, em produzir plug-ins para o Photoshop está colocando no mercado o Bokeh (nome em inglês para esse tipo de efeito). Segundo a Alien Skins, é possível reproduzir os efeitos de uma lente com grande abertura em uma foto através de poucos passos. Como minha mente crítica não acredita muito em promessas, me coloquei a analisar a versão demo do software. Ao baixar o aplicativo da página da Aliens Skins (7,6 MB), apenas um duplo clique e tudo é instalado automaticamente. Ele reconhece a versão do Photoshop que você está usando e se integra ao programa. Com o Photoshop aberto, é só ir a paleta de Filtros e encontrar o Alien Skin Bokeh.

Abra a imagem que você quer trabalhar e antes de aplicar o filtro, faça a seleção da parte que vai sofrer a intervenção com a ferramenta de Laço. Depois, inicie o plug-in para poder fazer as regulagens na parte que vai ser editada. Na parte direita da interface do software, temos o Factory Settings. Lá, é possível escolher a porcentagem de desfoque a ser aplicado na imagem e é possível escolher emular o efeito de várias lentes com diferentes distâncias focais e diferentes aberturas de diafragma. Depois de feita essa escolha, ainda é possível maximizar e personalizar os efeitos usando a paleta Bokeh. Também é podemos trabalhar o efeito de vinhetas e reproduzir as fotografias feitas por câmeras LOMO.

O programa é bem divertido, mas quem quiser ter ele em casa com todas as funcionalidades liberadas vai ter que desembolsar R$ 199,00.

Testando o plugin:

1 – Foto original com a lente Tamron 28-75 em 2.8

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2 – A mesma foto utilizando o plugin configurado para a lente Canon EF 85mm F1.2

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fonte: meiobit.pop.com.br/fotografia

Abraços, Patybia
Equipe Rau-Tu