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por patybia

A Solargraphy é um novo conceito na fotografia

0:42 em Dicas de Fotografia por patybia

Conheça Solargraphy, ou Solargrafia esse novo conceito de fotografia que explora ao máximo o tempo de exposição de uma foto traçando novos parâmetros para se ver e entender o caminho dos astros no céu.

Pense em uma fotografia de longa exposição, provavelmente você pensou em 30 segundos a alguns minutos no máximo certo?! Pois bem, agora refaça seus conceitos pois solargraphy joga esse tempo por terra e introduz um novo parâmetro para os dias atuais.

Solargraphy é o processo de capturar o movimento do Sol e outros corpos celestes ao longo do céu por um longo período, feita com câmeras pinhole caseiras, é um conceito novo (surgiu no ano 2000) que ganhou força e vida a mais ou menos 2 anos pra cá quando Tarja Trygg’s, pesquisadora da universidade de Helsink na Finlândia resolveu mapear o céu de um jeito não muito usual digamos assim para seu projeto de PhD. Ela possui colaboradores em todas as partes do mundo que enviam suas fotos juntamente com a latitude e longitude para traçar a posição exata de cada um, isso ajuda ela a fazer um mapa global dos paticipantes ao redor do mundo.

Depois que você construir a sua câmera pinhole você fixa-a em um local e deixa ela fazer a captura, que pode durar dias, semanas ou mesmo meses dependendo de sua posição, clima e logicamente intenção; os corpos celestes que emitirem ou refletirem luz serão captados pelo papel fotográfico e suas trajetórias no céu serão impressas.

Caminhos sobre o céu

Em seu site www.solargraphy.com ela conta como você pode fazer parte deste interessante projeto e a como montar a sua câmera pinhole. Lá também é explicado todo o conceito por trás, a idéia, a teoria e como você pode fazer a sua foto sair com sucesso, além de interagir com outros participantes do projeto e ver várias fotos já enviadas. As imagens são muito plásticas e elásticas por assim dizer, produzem efeitos interessantes e captam nossa atenção pelo nítido movimento e uso das cores no papel fotográfico, parecem ter saído de um sonho literalmente. Ciência e arte em união.

No flickr e em outros sites da internet já existem grupos que expõem seus trabalhos e discutem sobre o tema e recomendo a você dar uma olhada nelas, são verdadeiras inspirações diárias para nossa criatividade, portanto crise de criatividade é algo que não existe!

Veja algumas imagens da técnica:

Fotos: Rodrigo Favero

Texto original:
Publicado por Eduardo Chaves
Site: fotocolagem.blogspot.com

Abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu

Megapixel x Qualidade da Foto:

0:25 em Dicas de Fotografia por Bruno Machado

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Entre todas as câmeras novas que foram paridas antes da PMA (maior evento de câmeras do mundo) e as loucas câmeras enterradas em celulares na MWC, agora é uma boa hora para a gente falar por que mais megapixels não é algo necessariamente bom.

Então, explicando beeeeem resumidamente como uma câmera digital funciona: a luz bate em um sensor, que a converte em cargas elétricas. Dependendo do tipo de câmera que você está usando, a luz chega ao sensor de modos diferentes. Em uma DLSR, por exemplo, você teria um pentaprisma e um sistema de espelho complicado, que abre na hora em que você clica, enquanto uma câmera compacta tem um mecanismo bem mais simples. Mas no fim das contas, o sensor funciona do mesmo jeito.

É do sensor que todo o machismo megapixeliano vem. Quando você aperta o botão para tirar a foto, o sensor é exposto à luz (como o filme também era, nos tempos antigos). O jeito mais comum para explicar como o sensor funciona é compará-lo a vários baldes (que são os pixels) que coletam a luz, e a quantidade de luz é transformada em eletricidade, que é convertida em dados. Existem dois tipos de sensores, o CCD e o APS (CMOS). Você pode ler mais sobre isso aqui.

Em geral, quanto mais pixels em um sensor, maior é a resolução de imagem que ele consegue produzir (o tamanho da imagem também é medido em pixels, mas o termo ‘pixel’ não se refere sempre exatamente à mesma coisa). Um megapixel é 1 milhão de pixels, então um sensor de 12 megapixels tem uma resolução de aproximadamente 12 milhões de pixels. Parece muito, até você pensar em fotos de gigapixels, que têm mais de um bilhão de pixels. Comparando, um monitor de 30′ com display de 2560X1600 tem uma resolução meia-boca de 4 megapixels, e mesmo o vídeo em maior definição que você vai ver por aí tem mais ou menos 2 megapixels, não importa o tamanho da TV.

O padrão estabelecido pelas câmeras compactas de 250 dólares, da Canon e da Nikon, é um sensor com 10 ou 12 megapixels. A Sony Ericsson meteu uma câmera de 12 megapixels no celularzinho deles chamado Idou – que é a mesma resolução que uma DSLR Canon XSi ou uma Nikon D700 oferecem. Como assim???

Obviamente, existe um mundo de diferença entre a qualidade de imagem que você terá em um telefone e em uma câmera DSLR. Basicamente, isso vem da diferença entre o tamanho de sensor e dos pixels de cada máquina. Uma DSLR tem um sensor muito maior do que o de um celular, o que significa que você consegue não só colocar mais pixels nele, mas também pixels maiores – imagine que são baldes maiores para pegar a luz. Como você pode ver neste site, os sensores de DLSR são enormes quando comparados com o de uma câmera compacta. A referência para entender os tamanhos é o 35mm das câmeras antigas – os sensores que são deste tamanho são chamados de ‘full-frame’ (quadro inteiro), mas, por enquanto, você só encontra eles em DSLRs profissionais e semiprofissionais que são meio caras.

Para conseguir câmeras e telefones com câmeras de alta resolução, os fabricantes enfiam nos sensorzinhos a maior quantidade de pixelzinhos que eles conseguem. Esses pixels de câmeras compactas não são iguais aos que estão em DSLRs – em geral, câmeras mais baratas têm pixels de qualidade ainda mais baixa do que as de câmeras mais caras –, o que resulta em cores horríveis e uma exposição muito mais dura.

O outro problema é o ruído de imagem. Quando você coloca muitos pixels no sensor, você cria muita eletricidade, que é um dos modos pelo qual o ruído é gerado – aquele arco-íris de grãos que você vê em fotos digitais, às vezes perto de uma rede com buracos finos ou um tecido com estampa quadriculada ou listrada. O ruído aumenta conforme o ISO sobe, ampliando a sensibilidade do sensor à luz. Nas câmeras compactas novas, o ruído começa a ficar perceptível mais ou menos em ISO 800. Nas DSLRs D700 e 5D Mark II, dá pra ir até 3200 e fica tudo bem (a gente usa isso no Giz).

Então, um sensor com menos megapixels, mas com pixels maiores, produz imagens melhores do que um com mais megapixels e pixels menores. Muitas câmeras conseguem esconder esse ruído com software, já que os algorítmos que fazem isso estão melhorando a cada dia – a Canon 5D Mark II, com 21 megapixels, entrega imagens tão bacanas quanto as da D700 (as duas tem o mesmo tamanho de sensor, mas a D700 tem menos megapixels, logo, pixels maiores). Na maior parte das vezes, portanto, a gente fica mais feliz com sensores grandes e menos megapixels.

E na hora de imprimir – um velho argumento pró-megapixel – 6 megapixels é mais do que suficiente, como o David Pogue mostrou (e o Ken Rockwell também), já que dá pra imprimir fotos gigantes de um arquivo deste tamanho. Como o Douglas Sterling disse pra gente por e-mail, fotógrafos profissionais ligam fortemente para os detalhes e os megapixels e tal. Mas pessoas normais, quando vão comprar câmeras, devem ter em mente que mais megapixels não é necessariamente melhor. O que importa é quão bom esses pixels realmente são.

Fonte: http://gizmodo.com.br/

Abraços
Bruno Machado
Eq.Rau-Tu

por patybia

Fotografar em local público

23:58 em Dicas de Fotografia por patybia

 A Evolução de um fotógrafo:
evolucao_fotografo_prof

Tudo bem, começamos com nossa humilde saboneteira, depois passamos para uma Prosumer e evoluimos para uma DSLR.  Depois descobrimos que precisamos de um tripé, e ai…..  TRIPÉEEEEEEE????  Ferrou !!!  Agora começaram os problemas.  Onde podiamos fazer nossas fotos sem interrogatório, agora sempre aparece um individuo nos convidando para sair, ou na melhor das hipóteses perguntando se somos de equipe de TV, se vai sair em algum jornal ou coisas do tipo.  Nunca acreditam que somos apenas loucos que “perdem” suas horas de lazer carregando peso, subindo pirambeiras, molhando os tênis no mar, caminhando em trilhas e sendo devorado por mosquitos. Isso ninguém acredita !!!

Então afinal, quando pode e quando não pode fotografar em local público?

Originalmente publicado no Blog: http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/index.php

DIREITO DE FOTOGRAFAR

Aumenta o número de relatos de fotógrafos que são presos pelo mundo por fotografar em locais públicos. Basta um fotógrafo tirar da mochila sua camera DSLR que aparece um policial ignorante dizendo que é proíbido fotografar naquele local, que as fotos devem ser apagadas ou até mesmo querendo confiscar o equipamento. Quando o fotografo resolve então usar um tripé ai a coisa fica feia, só falta chamar helicopteros e força aerea.

Um caso mais recente foi de um funcionario da Amtrak, empresa que administra os trens/metro de NY, que foi preso por fotografar um trem em uma das estações. A turma do Comedy Central aproveitou o assunto e prepararam o filme abaixo. Veja link:

http://www.colbertnation.com/the-colbert-report-videos/217342/february-02-2009/dan-zaccagnino

Quem ainda já quis fotografar nestas condições e não passou por constrangimentos ou censuras promovidos por seguranças particulares, guardas muninicIpais ou ainda por policiais civis ou militares ?

Veja, na integra, os artigos de Lei que garantam ao fotógrafo o direito de exercer sua atividade profissional ou de lazer, livremente.

Lei 9.610/98 – Lei do Direito Autoral de 19 de fevereiro de 1998

Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.

Constiuição Federal

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Faça valer seus direitos, em caso de dúvidas disque 190 e peça para que todoS os envolvidos sejam encaminhados para o Distrito Policial.

Fotografar não é crime! Crime é molestar o próximo, impedindo o de exercer seus direitos.

Imprima e mantenha este texto junto com seu equipamento fotografico.

Enio Leite
Focus Escola de Fotografia

http://www.focusfoto.com.br
http://www.escolafocus.br

 

Abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu

por patybia

Pinhole na Caixa de Fósforo

23:24 em Dicas, Dicas de Fotografia por patybia

pinhole

Olha só o que vc precisa para transformar uma caixinha de fósforo em uma câmera pinhole. É muito simples, basta juntar esse kit e seguir esse tutorial para aprender a montar e a usar sua câmera pinhole. Quando sobrar um tempinho vou brincar com uma dessas. Se vc fizer, manda pra nós uma foto feita com ela que publicamos aqui no site.

Abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu

por patybia

Fotografia: qual câmera comprar?

15:02 em Dicas, Dicas de Fotografia por patybia

Fotografia é aquela atividade que poucos conhecem e todo mundo acha que é profissional, mais ou menos como os blogs.

Sei que fotografia é um assunto extenso e que meus conhecimentos sobre ele ainda são incipientes, mas mesmo assim, já são bem maiores do que a média das “pessoas comuns” (entenderam o drama? Fotógrafo é uma espécie de maluco diferente que prefere registrar as coisas do que eventualmente até participar de algumas delas rsrs), assim, porque não compartilha-los?

Então, como primeiro post sobre fotografia, resolvi falar desta difícil decisão que é escolher a câmera para começar a se aventurar na arte.

Sim, arte. Fotografia é arte. Seja com sua apresentação clássica ou como suporte para divulgação de obras, como é o caso do Vik Muniz . Ganha-se muito dinheiro com isso e tanto no Brasil (de forma ainda tímida), quanto no exterior, grandes fotógrafos vendem suas criações por dezenas de milhares de dólares.

Mas como nem eu e provavelmente nem você que me lê ainda pensa nestas contas, ao contrário, gastamos mais do que ganhamos com a fotografia, volto ao assunto principal: “Qual câmera compro?”

A primeira pergunta que você deve fazer é: “Pra que eu preciso de uma câmera?”. Isso é o principal, mesmo! Não adianta eu te indicar uma Hasselblad H3DII, se no final você terá que hipotecar até o seu rim somente para tirar fotos do churrasco na casa de praia.

Também ajudará muito pouco te indicar uma porcaria para você começar a fazer um curso básico de fotografia, com intenção de se aprofundar na arte.

A resposta para esta perguntinha tão simples quanto o “pra que?” é o início de tudo. A partir do que você responder, começará então sua busca, tentando equacionar marcas, modelos e orçamento.

As câmeras podem ser divididas, com poucas diferenciações entre quem faz essa divisão, em: ultra-compactas, compactas, Ultra-Zoom, Prossumer ou Profissionais.

Falarei o mais brevemente possível sobre elas:

  • As ultra-compactas e compactas, como o próprio nome já diz são fabricadas com uma preocupação: tamanho. O resto é mais ou menos supérfluo. Elas geralmente vem com modo automático e poucos recursos manuais, sendo que a presença de alguns deles e um zoom um pouco melhor diferenciam uma compacta de uma ultra-compacta, que geralmente possui somente o básico do básico. São essas que encontramos facilmente nas lojas de departamento e quiosques de informática. (Excelentes para viajar, andar na bolsa ou no bolso, tirar fotos de baladas/nights, bons momentos, tudo isso sem a preocupação excessiva com “qualidade” das fotos)
  • As Ultra-Zoom, “UZ” para os íntimos, podem muito bem ser chamadas também de “Denorex”, lembra? Aquele que parece mas não é. Elas tem aparência e grip (pegada) parecidos com uma câmera mais “profissional” e também algumas regulagens manuais. Como o próprio nome já diz, seu grande diferencial é o zoom generoso que oferecem ao usuário. Um bom exemplo desta categoria é a Canon SX1 IS. (Boa pra quem quer começar a fotografar mais “a sério” sem investir tanto)
  • As Prossumers, nome que é uma tentativa de unir “profesional” e “consumer” é aquela câmera que o sujeito compra quando pensa assim “Ok, quero virar gente grande e fotografar como tal”. O usuário desta câmera é mais exigente do que os das anteriores, já tem noções e “chatices” de um profissional. Esses equipamentos tem bons recursos como sapata para flash externo e todos os recursos manuais de uma câmera profissional, além de uma excelente qualidade de imagem. O que a diferencia, a grosso modo, das “pros” é o fato de não trocar as lentes em 99% dos casos, possuindo um conjunto fixo. Um bom exemplo de Prossumer é a Canon G10. (Essa aqui é a categoria do candidato a profissional que ainda não se assumiu, aí pra não sair do armário ele compra uma prossumer. Brincadeira, esta é uma câmera “menor” que as profissionais, com qualidade e um investimento menor, já que geralmente você não precisará gastar uma quantia considerável com um conjunto de lentes).
  • As Profissionais, também são “Reflex”, apesar de nem toda Reflex ser profissional. Uma confusão comum é achar que “Reflex” ou DSLR (Digital Single Lens Reflex) é uma categoria, quando na verdade é um recurso presente nas profissionais. Uma prossumer pode ser Reflex, por exemplo. Mas o que seria isso? Nada mais do que um jogo de espelhos que são colocados após a lente da câmera. Ao acionar o disparador, estes espelhos que desviavam a imagem para o Viewfinder(aonde você visualiza a foto a ser tirada) são movimentados expondo o sensor e realizando a captura. Desta forma, a imagem que você vê no viewfinder de uma Reflex é exatamtente igual aquela que será capturada e se transformará na sua fotografia. As profissionais permitem troca de lentes (zoom, macro, grande angular, olho de peixe) e possuem um sensor de melhor qualidade, além de todos os controles manuais. A qualidade das fotos tiradas aqui é a melhor possível, dependendo é claro do investimento na câmera e daquele detalhezinho importantíssimo: o sujeito que a está operando.Nenhum equipamento, por melhor que seja, resiste a um péssimo fotógrafo. Bons exemplos destas câmeras são a Canon XSI (de preço mais acessível) ou a 5D Mark II (esta uma verdadeira arma de fotografar). (São câmeras para quem ganha ou não dinheiro com fotografia, mas que tem compromisso forte com a qualidade e com a versatilidade, elas que permitem ao usuário realizar todos os tipos de capturas possíveis)

Basicamente são essas as categorias de câmeras. Veja, eu disse basicamente(antes que venha algum “professor” me xingar nos comentários).

Definida a categoria do equipamento que você pretende investir, partiremos para outras características importantes.

A primeira dúvida é a marca.

“Uma Xing Ling Pix é tão boa quanto uma Canon?” Sendo curto e grosso: não. O cuidado e o dinheiro gasto em pesquisas e aprimoramento de equipamentos que a Canon ou a Nikon trazem em seus equipamentos, jamais vai se comparar com empresas que montam chassis bonitinhos com porcarias dentro.

Câmeras cor-de-rosa, com estampas da Barbie ou cobertas de strass podem ser uma “gracinha”, mas lembre-se: às vezes é mais barato e fácil investir em porcarias que chamem a atenção do consumidor do que em tecnologia. Geralmente as “bonitinhas” também são bastante “ordinárias”.

Assistência técnica disponível e eficiente e confiabilidade são primordiais. Não adianta uma aparência “robusta”, se ali dentro você contará com a preciosa ajuda de um sensor digno de webcam e a qualquer defeito, você ganhará um maravilhoso peso de papel.

Esqueça.

Em fotografia, marca quer dizer muito sim. Mesmo sendo eu alguém que odeia a “correnteza”, desta vez nade a favor dela: Canon, Nikon, Panasonic, etc, são sim marcas que merecem uma atenção maior.

Vale lembrar: Canon e Nikon dedicam-se muito no desenvolvimento de equipamentos para profissionais, então se sua intenção é uma compacta, preste atenção em outros bons fabricantes como a Olympus ou Sony, para citar duas bem conhecidas.

Resolvida a marca de sua preferência, atente para as funções que ela possua, como o zoom (lembre-se: quanto mais zoom ótico e menos digital, melhor), e a sua fonte de energia (baterias são mais compactas e duradouras do que pilhas), por exemplo.

Informe-se sobre os tipos de cartões de memória que ela utiliza. Existem diversos tipos como MS Pro, MS Pro Duo, SD, Mini SD, XD. Não se assuste com essa sopa de letrinhas. As Sony e Olympus utilizam cartões próprios como o MS no caso da primeira e os XD no caso da segunda, mas esta é uma batalha quase perdida: a maioria usa mesmo o SD ou pelo menos aceita esta opção, sendo assim, procure câmeras que utilizem cartão SD, pois a compatibilidade será maior.

Cartões de 8gb impressionam, mas pense: se der xabu com um cartão desses, serão 8gb de fotos da sua caríssima viagem ao Japão que irão para o limbo. Tenha uma boa capacidade de armazenamento distribuida entre dois ou mais cartões de 2gb, por exemplo. Este será seu primeiro “backup”. ;)

Outras características como o tamanho do visor LCD, sua qualidade e também a presença ou não de um visor ótico,o “viewfinder” (aquele que a gente encosta o olho igual nas câmeras de filme, recurso que eu pessoalmente acho fundamental), além da mobilidade ou não do visor, para que você tire fotos de você mesmo ou em ângulos mais complicados, como algumas Canon e Nikon, entre outras boas marcas, possuem, também são recursos a serem observados.

A opção de fazer filmes (algumas tem com som, outras sem), os modos de cena (noturno, esporte, luz de velas, macro, etc) também enriquecem a sua experiência fotográfica. Pesquise bem o que a câmera oferece antes de sacar o cartão de créditos ou o seu chumaço de dinheiro do bolso.

Deixei para o final o assunto que todo mundo mais adora em se tratando de usuários mais leigos: a quantidade de megapixels. Funciona mais ou menos como aquele eterno debate sexual: mais vale um gigante dorminhoco ou um pequeno brincalhão? Muitos megapixels são equivalentes a um cantil vazio no deserto se o sensor da câmera for uma porcaria.

O tamanho do sensor importa e muito. Não adianta entulhar 12 megapixels num sensorzinho diminuto que a qualidade das fotos continuará ruim. Para se ter uma idéia do valor excessivo que dão a isto, um outdoor pode ser impresso com fotos de 8 megapixels.

Aí eu te pergunto: pra que utilizar 10,12 megapixels nas fotos do batizado do seu sobrinho, que serão a maioria vistas no computador e, se impressas, não passarão dos populares 10×15? Pra necessitar um HD novo a cada 6 meses e uma coleção de cartões de memória?

Esqueça isso, concentre-se em qualidade. Procure reviews da câmera que você está interessado, existem bons sites que testam as câmeras e disponibilizam avaliações gratuitamente.

Tente ver algumas fotos tiradas com a câmera em questão. No Flickr você encontra fotos com quase todos os equipamentos existentes e dados estatísticos como número de usuários, entre outros.

Enfim, fotografar é uma arte, mas como qualquer arte ela depende de recursos, dedicação, estudo, paciência. Comprar sua câmera é o início de tudo, é o que abre as portas deste maravilhoso mundo para você.

Mas ela não trabalha sozinha, só fotografando muito você poderá melhorar diariamente e, às vezes, se surpreender com fotografias tão boas que “nem parece que foi você” que tirou.

Então? O que está esperando? Saia da net, desligue o computador e vá clicar!

abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu



Texto original em: http://contracorrenteza.blogspot.com