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por barroca

Backup & Restore – De um jeito muito melhor!

17:11 em Tutoriais, Webmaster, Webmaster por barroca

Olá,

Um dos principais cuidados que precisamos ter com qualquer instalação na WEB que use banco de dados, é o backup e restore.

Uma das ferramentas que mais gosto é o MySQLDumper, script opensource que pode ser encontrado clicando aqui.

Para facilitar seu primeiro contato montamos um pequeno vídeo de uma experiência recente nossa.

Veja no Youtube:

Abraços!

Barroca
Eq. RAU-TU

por patybia

Adicionando marca d’água diretamente no Flickr

22:46 em Manipulação Imagens por patybia

picmarkr

O PicMarkr permite adicionar uma marca d’água  (imagem ou texto) em suas imagens. É uma aplicativo on-line e gratuito. É útil quando você precisa proteger seus direitos autorais ou ainda para adicionar comentários
a suas fotos.

Abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu

por patybia

A Solargraphy é um novo conceito na fotografia

0:42 em Dicas de Fotografia por patybia

Conheça Solargraphy, ou Solargrafia esse novo conceito de fotografia que explora ao máximo o tempo de exposição de uma foto traçando novos parâmetros para se ver e entender o caminho dos astros no céu.

Pense em uma fotografia de longa exposição, provavelmente você pensou em 30 segundos a alguns minutos no máximo certo?! Pois bem, agora refaça seus conceitos pois solargraphy joga esse tempo por terra e introduz um novo parâmetro para os dias atuais.

Solargraphy é o processo de capturar o movimento do Sol e outros corpos celestes ao longo do céu por um longo período, feita com câmeras pinhole caseiras, é um conceito novo (surgiu no ano 2000) que ganhou força e vida a mais ou menos 2 anos pra cá quando Tarja Trygg’s, pesquisadora da universidade de Helsink na Finlândia resolveu mapear o céu de um jeito não muito usual digamos assim para seu projeto de PhD. Ela possui colaboradores em todas as partes do mundo que enviam suas fotos juntamente com a latitude e longitude para traçar a posição exata de cada um, isso ajuda ela a fazer um mapa global dos paticipantes ao redor do mundo.

Depois que você construir a sua câmera pinhole você fixa-a em um local e deixa ela fazer a captura, que pode durar dias, semanas ou mesmo meses dependendo de sua posição, clima e logicamente intenção; os corpos celestes que emitirem ou refletirem luz serão captados pelo papel fotográfico e suas trajetórias no céu serão impressas.

Caminhos sobre o céu

Em seu site www.solargraphy.com ela conta como você pode fazer parte deste interessante projeto e a como montar a sua câmera pinhole. Lá também é explicado todo o conceito por trás, a idéia, a teoria e como você pode fazer a sua foto sair com sucesso, além de interagir com outros participantes do projeto e ver várias fotos já enviadas. As imagens são muito plásticas e elásticas por assim dizer, produzem efeitos interessantes e captam nossa atenção pelo nítido movimento e uso das cores no papel fotográfico, parecem ter saído de um sonho literalmente. Ciência e arte em união.

No flickr e em outros sites da internet já existem grupos que expõem seus trabalhos e discutem sobre o tema e recomendo a você dar uma olhada nelas, são verdadeiras inspirações diárias para nossa criatividade, portanto crise de criatividade é algo que não existe!

Veja algumas imagens da técnica:

Fotos: Rodrigo Favero

Texto original:
Publicado por Eduardo Chaves
Site: fotocolagem.blogspot.com

Abraços
Patybia
Eq.Rau-Tu

Megapixel x Qualidade da Foto:

0:25 em Dicas de Fotografia por Bruno Machado

mega_0

Entre todas as câmeras novas que foram paridas antes da PMA (maior evento de câmeras do mundo) e as loucas câmeras enterradas em celulares na MWC, agora é uma boa hora para a gente falar por que mais megapixels não é algo necessariamente bom.

Então, explicando beeeeem resumidamente como uma câmera digital funciona: a luz bate em um sensor, que a converte em cargas elétricas. Dependendo do tipo de câmera que você está usando, a luz chega ao sensor de modos diferentes. Em uma DLSR, por exemplo, você teria um pentaprisma e um sistema de espelho complicado, que abre na hora em que você clica, enquanto uma câmera compacta tem um mecanismo bem mais simples. Mas no fim das contas, o sensor funciona do mesmo jeito.

É do sensor que todo o machismo megapixeliano vem. Quando você aperta o botão para tirar a foto, o sensor é exposto à luz (como o filme também era, nos tempos antigos). O jeito mais comum para explicar como o sensor funciona é compará-lo a vários baldes (que são os pixels) que coletam a luz, e a quantidade de luz é transformada em eletricidade, que é convertida em dados. Existem dois tipos de sensores, o CCD e o APS (CMOS). Você pode ler mais sobre isso aqui.

Em geral, quanto mais pixels em um sensor, maior é a resolução de imagem que ele consegue produzir (o tamanho da imagem também é medido em pixels, mas o termo ‘pixel’ não se refere sempre exatamente à mesma coisa). Um megapixel é 1 milhão de pixels, então um sensor de 12 megapixels tem uma resolução de aproximadamente 12 milhões de pixels. Parece muito, até você pensar em fotos de gigapixels, que têm mais de um bilhão de pixels. Comparando, um monitor de 30′ com display de 2560X1600 tem uma resolução meia-boca de 4 megapixels, e mesmo o vídeo em maior definição que você vai ver por aí tem mais ou menos 2 megapixels, não importa o tamanho da TV.

O padrão estabelecido pelas câmeras compactas de 250 dólares, da Canon e da Nikon, é um sensor com 10 ou 12 megapixels. A Sony Ericsson meteu uma câmera de 12 megapixels no celularzinho deles chamado Idou – que é a mesma resolução que uma DSLR Canon XSi ou uma Nikon D700 oferecem. Como assim???

Obviamente, existe um mundo de diferença entre a qualidade de imagem que você terá em um telefone e em uma câmera DSLR. Basicamente, isso vem da diferença entre o tamanho de sensor e dos pixels de cada máquina. Uma DSLR tem um sensor muito maior do que o de um celular, o que significa que você consegue não só colocar mais pixels nele, mas também pixels maiores – imagine que são baldes maiores para pegar a luz. Como você pode ver neste site, os sensores de DLSR são enormes quando comparados com o de uma câmera compacta. A referência para entender os tamanhos é o 35mm das câmeras antigas – os sensores que são deste tamanho são chamados de ‘full-frame’ (quadro inteiro), mas, por enquanto, você só encontra eles em DSLRs profissionais e semiprofissionais que são meio caras.

Para conseguir câmeras e telefones com câmeras de alta resolução, os fabricantes enfiam nos sensorzinhos a maior quantidade de pixelzinhos que eles conseguem. Esses pixels de câmeras compactas não são iguais aos que estão em DSLRs – em geral, câmeras mais baratas têm pixels de qualidade ainda mais baixa do que as de câmeras mais caras –, o que resulta em cores horríveis e uma exposição muito mais dura.

O outro problema é o ruído de imagem. Quando você coloca muitos pixels no sensor, você cria muita eletricidade, que é um dos modos pelo qual o ruído é gerado – aquele arco-íris de grãos que você vê em fotos digitais, às vezes perto de uma rede com buracos finos ou um tecido com estampa quadriculada ou listrada. O ruído aumenta conforme o ISO sobe, ampliando a sensibilidade do sensor à luz. Nas câmeras compactas novas, o ruído começa a ficar perceptível mais ou menos em ISO 800. Nas DSLRs D700 e 5D Mark II, dá pra ir até 3200 e fica tudo bem (a gente usa isso no Giz).

Então, um sensor com menos megapixels, mas com pixels maiores, produz imagens melhores do que um com mais megapixels e pixels menores. Muitas câmeras conseguem esconder esse ruído com software, já que os algorítmos que fazem isso estão melhorando a cada dia – a Canon 5D Mark II, com 21 megapixels, entrega imagens tão bacanas quanto as da D700 (as duas tem o mesmo tamanho de sensor, mas a D700 tem menos megapixels, logo, pixels maiores). Na maior parte das vezes, portanto, a gente fica mais feliz com sensores grandes e menos megapixels.

E na hora de imprimir – um velho argumento pró-megapixel – 6 megapixels é mais do que suficiente, como o David Pogue mostrou (e o Ken Rockwell também), já que dá pra imprimir fotos gigantes de um arquivo deste tamanho. Como o Douglas Sterling disse pra gente por e-mail, fotógrafos profissionais ligam fortemente para os detalhes e os megapixels e tal. Mas pessoas normais, quando vão comprar câmeras, devem ter em mente que mais megapixels não é necessariamente melhor. O que importa é quão bom esses pixels realmente são.

Fonte: http://gizmodo.com.br/

Abraços
Bruno Machado
Eq.Rau-Tu

por patybia

10 mentiras para enrolar designers e ilustradores

14:36 em Dicas por patybia

Li esse texto no blog  ptodecontato e não pude deixar de transcrever para cá. Muito bom mesmo !!! Além de designers e ilustradores os conselhos podem ser seguidos por outras profissões. Vale conferir.

mentira7_1

10 mentiras para enrolar designers e ilustradores

11/09/2009 por ptodecontato

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.